Victor Dias - Doctoralia.com.br

Dr Victor Dias

DR. VICTOR DIAS

O Dr. Victor Dias é uma das principais referências no Brasil em medicina integrativa, nutrologia e performance física, com mais de 60 mil pacientes atendidos ao longo de sua trajetória clínica.

Sua atuação é pautada por uma medicina baseada em evidências, aliada a uma visão integrativa e individualizada do paciente. Ao longo dos anos, desenvolveu uma abordagem própria, focada não apenas no tratamento de doenças, mas na otimização da saúde, longevidade e alta performance física e mental.

Com experiência internacional, atuou como coordenador médico em Barcelona (Espanha) pela Fagron Ibérica, multinacional presente em mais de 35 países, além de ter exercido atividades como professor universitário e palestrante no Brasil e no exterior. Essa vivência ampliou sua visão clínica e estratégica, permitindo integrar diferentes culturas médicas e protocolos avançados em sua prática diária.

Atualmente, dedica-se exclusivamente ao atendimento médico, com consultas presenciais em Campinas (Cambuí) e São Paulo (Av. Faria Lima), além de atendimento por telemedicina para pacientes no Brasil e no exterior.

Seu trabalho é direcionado a pacientes que buscam não apenas tratar sintomas, mas transformar sua saúde de forma profunda, estruturada e sustentável.

MINICURRICULUM:

• Médico pela Universidade da Cidade de São Paulo
• Pós-graduado em Nutrologia – Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN)
• Pós-graduado em Medicina Integrativa – Hospital Israelita Albert Einstein
• Ex-Coordenador Médico – Fagron Ibérica (Barcelona, Espanha)
• Ex-Professor Universitário – Faculdade São Leopoldo Mandic
• Ex-Preceptor de Residência Médica – Rede Mário Gatti
• Diretor Clínico – Instituto Bonvivere de Medicina Integrativa
• Fundador – Bonvivere Academy (Centro de Ensino e Pesquisa)
• Medical Advisor em pesquisas clinicas
• Palestrante nacional e internacional em longevidade, nutrologia e performance física.

PRÊMIOS E RECONHECIMENTOS

Ao longo de sua trajetória, o Dr. Victor Dias tem sido reconhecido por sua excelência técnica, compromisso ético e contribuição relevante para a medicina e a sociedade.

• Título Zeferino Vaz – Destaque em Contribuição à Saúde e Ciência
Reconhecimento concedido pela camâra municipal de Campinas a profissionais médicos que se destacam pelo impacto científico, produção de conhecimento e contribuição significativa para o avanço da medicina. É considerada a mior honraria médica da cidade com prestígio nacional.

• Honraria do Conselho Regional de Medicina – Excelência Técnica e Ética
Distinção atribuída a médicos com pelo menos 10 anos de atuação clinica que demonstram elevado padrão de conduta profissional, rigor técnico e compromisso com os princípios éticos da prática médica.

Esses reconhecimentos refletem não apenas a formação acadêmica e experiência clínica do Dr. Victor Dias, mas principalmente sua dedicação contínua em oferecer uma medicina de alto nível, centrada no paciente e alinhada às melhores evidências científicas disponíveis.

Áreas de atuação

MEDICINA INTEGRATIVA, NUTROLOGIA E MEDICINA ESPORTIVA:

A prática clínica do Dr. Victor Dias é voltada para a transformação metabólica e otimização da saúde, com abordagem personalizada e foco em resultado clínico real.

• Mudança estruturada do estilo de vida
• Tratamento da obesidade e síndrome metabólica
• Emagrecimento com preservação de massa muscular
• Ganho de performance física e cognitiva
• Correção de deficiências nutricionais
• Modulação hormonal individualizada
• Terapias para menopausa e andropausa
• Avaliação de composição corporal (bioimpedância)
• Tratamento de distúrbios da tireoide
• Manejo de estresse, sono e saúde mental
• Estratégias integrativas para dor crônica e doenças autoimunes
• Prescrição de suplementação baseada em evidências

RESULTADOS EXIGEM MÉTODO

Mais do que uma consulta, o atendimento com o Dr. Victor Dias representa um plano estruturado de transformação da saúde, com acompanhamento próximo, estratégia e tomada de decisão baseada em ciência e experiência clínica.

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Bem vindo ao seu novo estilo de vida, nos siga nas mídias sociais @drvictordimor !

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ATENDIMENTO VIP

Abordagem multidisciplinar de forma individualizada e humanizada.

Entrevista e Palestras

Instagram

Atendi um paciente de 35 anos com falta de ar, cansaço intenso e dificuldade para subir escadas. Descobri que ele usava #testosterona comprada no Paraguai sem acompanhamento médico.

O uso inadequado de testosterona em dosagens #suprafisiológicas pode aumentar significativamente o risco de elevação da pressão arterial, trombose, arritmia, cardiomiopatias e insuficiência cardíaca. Neste caso, o paciente evoluiu para um quadro moderado/grave de insuficiência cardíaca. 

Ressalto que testosterona não é vilã quando há indicação clínica e acompanhamento adequado, mas é fundamental fazer avaliação cardiovascular minuciosa, monitorar hematócrito, perfil lipídico, função renal e hormônios. #Hormônio é coisa séria, não é suplemento.

Dr. Victor Dias-CRM: 174268
Atendi um paciente de 35 anos com falta de ar, cansaço intenso e dificuldade para subir escadas. Descobri que ele usava #testosterona comprada no Paraguai sem acompanhamento médico. O uso inadequado de testosterona em dosagens #suprafisiológicas pode aumentar significativamente o risco de elevação da pressão arterial, trombose, arritmia, cardiomiopatias e insuficiência cardíaca. Neste caso, o paciente evoluiu para um quadro moderado/grave de insuficiência cardíaca. Ressalto que testosterona não é vilã quando há indicação clínica e acompanhamento adequado, mas é fundamental fazer avaliação cardiovascular minuciosa, monitorar hematócrito, perfil lipídico, função renal e hormônios. #Hormônio é coisa séria, não é suplemento. Dr. Victor Dias-CRM: 174268
6 dias ago
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1/9
Uma das frases que mais escuto no consultório é: “Doutor, eu como menos do que antes e continuo engordando.” Na minha prática percebo que alguns erros se repetem com frequência, por isso, resolvi separar apenas 5 deles:

1. Comer cada vez menos
#Dietas muito restritivas reduzem massa muscular, são difíceis de sustentar e fazem o metabolismo gastar menos energia. É frequente algumas pessoas simplesmente pararem de comer para “tentar” compensar anos de irregularidade alimentar.

2. Fazer apenas aeróbico
Após os 40 anos, a musculação deixa de ser opcional. Músculo é um dos principais aliados do #metabolismo e um dos maiores indicadores de longevidade. Algumas pessoas acham que aeróbico substitui treinos de hipertrofia.

3. Dormir mal
Sono ruim aumenta fome, piora a resistência à #insulina e dificulta a perda de gordura.

4. Ignorar alterações hormonais
Resistência à insulina, #menopausa, andropausa e disfunções da tireoide podem impactar diretamente o peso.

5. Buscar soluções rápidas
O #efeitosanfona quase sempre acontece quando a estratégia não corrige a causa do ganho de peso.

Dr. Victor Dias-CRM: 174268
Uma das frases que mais escuto no consultório é: “Doutor, eu como menos do que antes e continuo engordando.” Na minha prática percebo que alguns erros se repetem com frequência, por isso, resolvi separar apenas 5 deles: 1. Comer cada vez menos #Dietas muito restritivas reduzem massa muscular, são difíceis de sustentar e fazem o metabolismo gastar menos energia. É frequente algumas pessoas simplesmente pararem de comer para “tentar” compensar anos de irregularidade alimentar. 2. Fazer apenas aeróbico Após os 40 anos, a musculação deixa de ser opcional. Músculo é um dos principais aliados do #metabolismo e um dos maiores indicadores de longevidade. Algumas pessoas acham que aeróbico substitui treinos de hipertrofia. 3. Dormir mal Sono ruim aumenta fome, piora a resistência à #insulina e dificulta a perda de gordura. 4. Ignorar alterações hormonais Resistência à insulina, #menopausa, andropausa e disfunções da tireoide podem impactar diretamente o peso. 5. Buscar soluções rápidas O #efeitosanfona quase sempre acontece quando a estratégia não corrige a causa do ganho de peso. Dr. Victor Dias-CRM: 174268
2 semanas ago
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2/9
Estamos expostos a substâncias químicas potencialmente tóxicas todos os dias, muitas vezes sem perceber.

Elas podem estar presentes em plásticos, embalagens de #alimentos, #agrotóxicos, #cosméticos, produtos de limpeza, #panelas antiaderentes, poluição do ar, água contaminada e até mesmo em alguns itens que utilizamos rotineiramente dentro de casa.

O problema não está apenas em uma exposição isolada. O maior desafio é a exposição crônica, silenciosa e cumulativa ao longo dos anos.

Diversos estudos científicos vêm demonstrando que determinadas substâncias, conhecidas como desreguladores endócrinos, podem interferir no funcionamento hormonal do organismo. Entre elas estão compostos como #bisfenóis, ftalatos, PFAS (“químicos eternos”), pesticidas e alguns metais pesados.

A literatura científica associa exposições prolongadas a alterações metabólicas, aumento do risco de obesidade, resistência à insulina, diabetes tipo 2, infertilidade masculina e feminina, distúrbios da tireoide, redução da qualidade do sono, alterações cognitivas e maior risco de algumas doenças crônicas.

Isso não significa que devemos viver com medo ou tentar eliminar completamente todas as exposições, algo praticamente impossível nos dias atuais. Significa apenas que devemos adotar estratégias inteligentes para reduzir a carga tóxica à qual estamos submetidos. Pequenas mudanças podem fazer diferença:

• Evitar aquecer alimentos em recipientes plásticos.
• Priorizar alimentos in natura e menos processados.
• Lavar adequadamente frutas e vegetais.
• Utilizar filtros de água de boa qualidade.
• Ventilar ambientes diariamente.
• Reduzir o uso excessivo de fragrâncias artificiais.
• Escolher cosméticos e produtos de higiene com formulações mais simples quando possível.

A boa notícia é que nosso corpo possui mecanismos extraordinários de detoxificação, principalmente através do fígado, rins, intestino e pele. Quanto menor for a sobrecarga e melhor for o funcionamento desses sistemas, maior tende a ser a capacidade do organismo de lidar com os desafios ambientais modernos. 

Dr. Victor Dias-  CRM: 174268
Estamos expostos a substâncias químicas potencialmente tóxicas todos os dias, muitas vezes sem perceber. Elas podem estar presentes em plásticos, embalagens de #alimentos, #agrotóxicos, #cosméticos, produtos de limpeza, #panelas antiaderentes, poluição do ar, água contaminada e até mesmo em alguns itens que utilizamos rotineiramente dentro de casa. O problema não está apenas em uma exposição isolada. O maior desafio é a exposição crônica, silenciosa e cumulativa ao longo dos anos. Diversos estudos científicos vêm demonstrando que determinadas substâncias, conhecidas como desreguladores endócrinos, podem interferir no funcionamento hormonal do organismo. Entre elas estão compostos como #bisfenóis, ftalatos, PFAS (“químicos eternos”), pesticidas e alguns metais pesados. A literatura científica associa exposições prolongadas a alterações metabólicas, aumento do risco de obesidade, resistência à insulina, diabetes tipo 2, infertilidade masculina e feminina, distúrbios da tireoide, redução da qualidade do sono, alterações cognitivas e maior risco de algumas doenças crônicas. Isso não significa que devemos viver com medo ou tentar eliminar completamente todas as exposições, algo praticamente impossível nos dias atuais. Significa apenas que devemos adotar estratégias inteligentes para reduzir a carga tóxica à qual estamos submetidos. Pequenas mudanças podem fazer diferença: • Evitar aquecer alimentos em recipientes plásticos. • Priorizar alimentos in natura e menos processados. • Lavar adequadamente frutas e vegetais. • Utilizar filtros de água de boa qualidade. • Ventilar ambientes diariamente. • Reduzir o uso excessivo de fragrâncias artificiais. • Escolher cosméticos e produtos de higiene com formulações mais simples quando possível. A boa notícia é que nosso corpo possui mecanismos extraordinários de detoxificação, principalmente através do fígado, rins, intestino e pele. Quanto menor for a sobrecarga e melhor for o funcionamento desses sistemas, maior tende a ser a capacidade do organismo de lidar com os desafios ambientais modernos. Dr. Victor Dias- CRM: 174268
2 semanas ago
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3/9
A #esteatose hepática é considerada uma das manifestações mais importantes da disfunção metabólica moderna.  Ela está fortemente associada à #obesidade, resistência à #insulina, #diabetes tipo 2 e aumento do risco cardiovascular.

O diagnóstico precoce permite intervenções capazes de reduzir a #gordura hepática e evitar a progressão para fibrose, cirrose e câncer de fígado.

Dr. Victor Dias - CRM:174268
A #esteatose hepática é considerada uma das manifestações mais importantes da disfunção metabólica moderna. Ela está fortemente associada à #obesidade, resistência à #insulina, #diabetes tipo 2 e aumento do risco cardiovascular. O diagnóstico precoce permite intervenções capazes de reduzir a #gordura hepática e evitar a progressão para fibrose, cirrose e câncer de fígado. Dr. Victor Dias - CRM:174268
3 semanas ago
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4/9
Muitas pessoas acreditam que os #SARMs são apenas suplementos para ganho de massa muscular. A realidade é bem diferente.

Os SARMs foram desenvolvidos em laboratório e estudados como potenciais medicamentos para doenças como sarcopenia, osteoporose, hipogonadismo e perda muscular associada ao #câncer. Portanto, não estamos falando de vitaminas, #aminoácidos ou produtos naturais.

Essas substâncias atuam nos mesmos receptores androgênicos estimulados pela testosterona. A proposta inicial era criar compostos capazes de estimular músculo e osso, causando menos efeitos em outros tecidos do organismo.Parecia uma excelente ideia.

No entanto, os estudos mostraram que os SARMs continuam apresentando ação hormonal significativa, podendo provocar supressão da produção #natural de testosterona, alterações metabólicas e outros efeitos adversos.

Por isso, é importante entender que SARMs não são suplementos alimentares. São substâncias farmacológicas sintéticas com ação hormonal. Tanto que todos os SARMs são proibidos pela Agência Mundial Antidoping (WADA) em competições esportivas.

Outro ponto que merece atenção é que muitas vezes essas substâncias são comercializadas nas redes sociais como se fossem alternativas seguras aos anabolizantes. Do ponto de vista farmacológico, essa comparação é equivocada.

O maior erro é acreditar que os SARMs sejam uma versão leve ou inofensiva dos esteroides #anabolizantes. Na realidade, tratam-se de compostos com ação hormonal potente, mas que ainda não possuem décadas de estudos de segurança e acompanhamento clínico como ocorre com diversos medicamentos já estabelecidos na prática médica.
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Dr. Victor Dias-CRM 174268
Muitas pessoas acreditam que os #SARMs são apenas suplementos para ganho de massa muscular. A realidade é bem diferente. Os SARMs foram desenvolvidos em laboratório e estudados como potenciais medicamentos para doenças como sarcopenia, osteoporose, hipogonadismo e perda muscular associada ao #câncer. Portanto, não estamos falando de vitaminas, #aminoácidos ou produtos naturais. Essas substâncias atuam nos mesmos receptores androgênicos estimulados pela testosterona. A proposta inicial era criar compostos capazes de estimular músculo e osso, causando menos efeitos em outros tecidos do organismo.Parecia uma excelente ideia. No entanto, os estudos mostraram que os SARMs continuam apresentando ação hormonal significativa, podendo provocar supressão da produção #natural de testosterona, alterações metabólicas e outros efeitos adversos. Por isso, é importante entender que SARMs não são suplementos alimentares. São substâncias farmacológicas sintéticas com ação hormonal. Tanto que todos os SARMs são proibidos pela Agência Mundial Antidoping (WADA) em competições esportivas. Outro ponto que merece atenção é que muitas vezes essas substâncias são comercializadas nas redes sociais como se fossem alternativas seguras aos anabolizantes. Do ponto de vista farmacológico, essa comparação é equivocada. O maior erro é acreditar que os SARMs sejam uma versão leve ou inofensiva dos esteroides #anabolizantes. Na realidade, tratam-se de compostos com ação hormonal potente, mas que ainda não possuem décadas de estudos de segurança e acompanhamento clínico como ocorre com diversos medicamentos já estabelecidos na prática médica. - Dr. Victor Dias-CRM 174268
4 semanas ago
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5/9
A morte do fisiculturista Gabriel Ganley gerou enorme comoção e também um alerta importante sobre os riscos do uso abusivo e indiscriminado de hormônios e substâncias para performance física.

Antes de qualquer coisa, deixo aqui meu respeito à família e amigos. Trata-se de uma perda extremamente triste.

Mas como médico, acredito que precisamos falar sobre algo que vem sendo banalizado nas redes sociais: protocolos extremos não significam saúde.

Muitas pessoas enxergam apenas o resultado estético, mas não veem a pressão arterial elevada, as alterações cardíacas, hepáticas, metabólicas e o desgaste silencioso que o corpo sofre ao longo do tempo.

Segundo as informações divulgadas, a causa da morte foi relacionada a uma cardiomiopatia hipertrófica, condição cardíaca que pode ser agravada por sobrecargas cardiovasculares importantes e uso inadequado de substâncias.

Sou favorável à melhora da composição corporal, da longevidade e da performance, mas isso precisa acontecer com responsabilidade, individualização, exames e acompanhamento médico sério. Nenhum shape vale mais do que sua saúde!

Dr. Victor Dias - CRM 174268
A morte do fisiculturista Gabriel Ganley gerou enorme comoção e também um alerta importante sobre os riscos do uso abusivo e indiscriminado de hormônios e substâncias para performance física. Antes de qualquer coisa, deixo aqui meu respeito à família e amigos. Trata-se de uma perda extremamente triste. Mas como médico, acredito que precisamos falar sobre algo que vem sendo banalizado nas redes sociais: protocolos extremos não significam saúde. Muitas pessoas enxergam apenas o resultado estético, mas não veem a pressão arterial elevada, as alterações cardíacas, hepáticas, metabólicas e o desgaste silencioso que o corpo sofre ao longo do tempo. Segundo as informações divulgadas, a causa da morte foi relacionada a uma cardiomiopatia hipertrófica, condição cardíaca que pode ser agravada por sobrecargas cardiovasculares importantes e uso inadequado de substâncias. Sou favorável à melhora da composição corporal, da longevidade e da performance, mas isso precisa acontecer com responsabilidade, individualização, exames e acompanhamento médico sério. Nenhum shape vale mais do que sua saúde! Dr. Victor Dias - CRM 174268
1 mês ago
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6/9
A publicação da fase 3 da #retatrutida pela Lilly provavelmente marca mais um ponto de mudança importante na história do tratamento da #obesidade. Após analisar os dados do estudo, fica claro que não estamos falando apenas de “mais uma medicação para emagrecer”.

Tive acesso aos dados: Os pacientes apresentaram perda média de aproximadamente 28% do peso corporal após 80 semanas de acompanhamento, com uma parcela relevante ultrapassando 30% de redução ponderal. Até poucos anos atrás, resultados dessa magnitude eram observados praticamente apenas em cirurgia bariátrica.

O ponto mais interessante do estudo talvez não seja apenas o percentual de emagrecimento, mas o mecanismo fisiológico envolvido. Diferente da tirzepatida, presente no M0unjar0, que atua principalmente como agonista duplo de GLP-1 e GIP, a retatrutida adiciona um terceiro alvo metabólico: o receptor de glucagon. Isso muda bastante o raciocínio clínico!!!

Enquanto o GLP-1 atua reduzindo fome e melhorando saciedade, e o GIP participa da modulação metabólica e sensibilidade energética, o agonismo do glucagon parece aumentar gasto energético e favorecer maior oxidação de gordura corporal. Em outras palavras, o tratamento deixa de atuar apenas diminuindo ingestão alimentar e passa também a aumentar o consumo energético do organismo.

Outro dado relevante foi a melhora importante em marcadores cardiometabólicos, incluindo redução de circunferência abdominal, triglicerídeos, pressão arterial e inflamação sistêmica de baixo grau. Isso reforça um conceito que venho discutindo há algum tempo: obesidade não pode mais ser interpretada apenas como excesso de peso. Existe uma desregulação neuroendócrina complexa envolvendo hipotálamo, resistência insulínica, #inflamação metabólica e vias cerebrais de recompensa.

Dr. Victor Dias - CRM: 174268
A publicação da fase 3 da #retatrutida pela Lilly provavelmente marca mais um ponto de mudança importante na história do tratamento da #obesidade. Após analisar os dados do estudo, fica claro que não estamos falando apenas de “mais uma medicação para emagrecer”. Tive acesso aos dados: Os pacientes apresentaram perda média de aproximadamente 28% do peso corporal após 80 semanas de acompanhamento, com uma parcela relevante ultrapassando 30% de redução ponderal. Até poucos anos atrás, resultados dessa magnitude eram observados praticamente apenas em cirurgia bariátrica. O ponto mais interessante do estudo talvez não seja apenas o percentual de emagrecimento, mas o mecanismo fisiológico envolvido. Diferente da tirzepatida, presente no M0unjar0, que atua principalmente como agonista duplo de GLP-1 e GIP, a retatrutida adiciona um terceiro alvo metabólico: o receptor de glucagon. Isso muda bastante o raciocínio clínico!!! Enquanto o GLP-1 atua reduzindo fome e melhorando saciedade, e o GIP participa da modulação metabólica e sensibilidade energética, o agonismo do glucagon parece aumentar gasto energético e favorecer maior oxidação de gordura corporal. Em outras palavras, o tratamento deixa de atuar apenas diminuindo ingestão alimentar e passa também a aumentar o consumo energético do organismo. Outro dado relevante foi a melhora importante em marcadores cardiometabólicos, incluindo redução de circunferência abdominal, triglicerídeos, pressão arterial e inflamação sistêmica de baixo grau. Isso reforça um conceito que venho discutindo há algum tempo: obesidade não pode mais ser interpretada apenas como excesso de peso. Existe uma desregulação neuroendócrina complexa envolvendo hipotálamo, resistência insulínica, #inflamação metabólica e vias cerebrais de recompensa. Dr. Victor Dias - CRM: 174268
1 mês ago
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7/9
Nos últimos meses, temos observado na mídia um aumento nas discussões envolvendo casos de #pancreatite em pacientes que utilizam medicações para emagrecimento, como o #Mounjaro. Por isso, considero importante trazer uma análise mais técnica e baseada em evidências sobre esse tema.

Até o momento, não existem evidências robustas de que a tirzepatida cause pancreatite diretamente. Inclusive, dentre as centenas de pacientes para os quais já indiquei esse tratamento ao longo dos últimos anos, não tive casos de #pancreatite relacionados ao uso da medicação.

Porém, isso não significa que o assunto deva ser ignorado. Precisamos entender os fatores indiretos que podem contribuir para esse cenário, como perdas de peso muito rápidas, #automedicação, uso sem acompanhamento médico adequado e o próprio perfil metabólico e inflamatório do paciente.

Hoje, muitas pessoas estão utilizando essas medicações sem investigação clínica adequada, sem monitorização laboratorial e sem individualização do #tratamento. E isso, sim, aumenta riscos.

Dr. Victor Dias-CRM: 174268
Nos últimos meses, temos observado na mídia um aumento nas discussões envolvendo casos de #pancreatite em pacientes que utilizam medicações para emagrecimento, como o #Mounjaro. Por isso, considero importante trazer uma análise mais técnica e baseada em evidências sobre esse tema. Até o momento, não existem evidências robustas de que a tirzepatida cause pancreatite diretamente. Inclusive, dentre as centenas de pacientes para os quais já indiquei esse tratamento ao longo dos últimos anos, não tive casos de #pancreatite relacionados ao uso da medicação. Porém, isso não significa que o assunto deva ser ignorado. Precisamos entender os fatores indiretos que podem contribuir para esse cenário, como perdas de peso muito rápidas, #automedicação, uso sem acompanhamento médico adequado e o próprio perfil metabólico e inflamatório do paciente. Hoje, muitas pessoas estão utilizando essas medicações sem investigação clínica adequada, sem monitorização laboratorial e sem individualização do #tratamento. E isso, sim, aumenta riscos. Dr. Victor Dias-CRM: 174268
1 mês ago
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8/9
Muitos pacientes chegam ao consultório dizendo exatamente a mesma frase: “Doutor, parece que eu perdi minha vontade de fazer as coisas”.

São homens que continuam trabalhando, #treinando e tentando manter rotina saudável, mas percebem que algo mudou. A disposição caiu, o rendimento físico piorou, o ganho de #gordura abdominal aumentou e a recuperação muscular ficou mais lenta.

O mais interessante é que muitos acreditam que isso aconteceu apenas por estresse ou #envelhecimento. Na prática clínica, frequentemente existe uma desorganização hormonal importante por trás desse quadro.

A testosterona por exemplo participa da regulação de neurotransmissores ligados à motivação, foco e energia. Além disso, influencia diretamente sensibilidade à insulina, síntese proteica muscular e eficiência metabólica.

Quando os níveis hormonais começam a cair, o organismo tende a operar em menor performance metabólica. O paciente sente isso no corpo antes mesmo de perceber alterações importantes na #libido.

Por isso sempre digo que a #testosterona não deve ser analisada apenas como hormônio sexual.
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Dr. Victor Dias - CRM: 174268
Muitos pacientes chegam ao consultório dizendo exatamente a mesma frase: “Doutor, parece que eu perdi minha vontade de fazer as coisas”. São homens que continuam trabalhando, #treinando e tentando manter rotina saudável, mas percebem que algo mudou. A disposição caiu, o rendimento físico piorou, o ganho de #gordura abdominal aumentou e a recuperação muscular ficou mais lenta. O mais interessante é que muitos acreditam que isso aconteceu apenas por estresse ou #envelhecimento. Na prática clínica, frequentemente existe uma desorganização hormonal importante por trás desse quadro. A testosterona por exemplo participa da regulação de neurotransmissores ligados à motivação, foco e energia. Além disso, influencia diretamente sensibilidade à insulina, síntese proteica muscular e eficiência metabólica. Quando os níveis hormonais começam a cair, o organismo tende a operar em menor performance metabólica. O paciente sente isso no corpo antes mesmo de perceber alterações importantes na #libido. Por isso sempre digo que a #testosterona não deve ser analisada apenas como hormônio sexual. - Dr. Victor Dias - CRM: 174268
2 meses ago
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